quinta-feira, 17 de junho de 2010

A VERDADE NOS LIBERTARÁ

A verdade que nos liberta está intrínseca em nós e podemos conhece-la totalmente e não só a metade. A crença de que não podemos saber ou conhecer a verdade total, não poderia fazer parte de ensinamentos modernos.
O que é importante levarmos em conta é que antes de conhecermos a verdade, devemos saber o que fazer com ela. Não resolve nada eu descobrir em mim algo muitíssimo importante e não saber o que fazer com ela; esse algo chama-se Deus. Para que eu quero descobrir Deus em mim, se eu não estou adequadamente preparado para lidar com Ele - Deus - de forma dinâmica, progressista, construtiva e altruísta? Tudo ao mesmo tempo e de verdade a serviço do bem comum? Neste caso, não adianta eu procurá-lo. Eu posso até encontrar Deus sem ter em mente nenhum objetivo eternamente concretizável, só...só que Deus desaparece de novo e é difícil encontrá-lo novamente.
Dou aqui um conselho a quem queira conhecer a verdade libertadoura:primeiro, deseje conhecer a verdade totalmente, nada de meia verdade. Em segundo lugar, alicerce na mente ou no subconsciente o ideal de amar, trabalhar e estudar em Espírito e de verdade, a serviço do bem comum pela eternidade afora para nunca mais ter fim. Não devemos jamais associar Deus com prazeres ilusórios.
Devemos associar Deus com ações construtivas a serviço do bem comum e encontraremos todo prazer que nos satisfaz imensamente nessas ações.
Deus não pode ser mal-usado e não pode deixar de ser usado. Não precisamos ser perfeitos para lidar com Deus corretamente, basta sermos submissos a Ele. Ele atua em nós e começamos a melhorar. Deus não gosta de pessoas perfeitas e sim de pessoas que reconhece seus defeitos, levantam a cabeça e se propõem a agir corretamente.
Para descobrirmos a verdade intrínseca, precisamos nos libertar do comodismo mental que nos metem encurralados, andando em círculos, como baratas tontas que perderam as antenas. O comodismo mental nos mata mais que a bomba atômica, o câncer e a AIDS, porque mata o nosso corpo e lança "nossa" alma num inferno de sofrimento no astral inferior.
Está dado o recado. Ok?

João Avila de Carvalho
06/11/2001

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